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Home Eurosurveillance Monthly Release  2005: Volume 10/ Issue 12 Article 2 Printer friendly version
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Eurosurveillance, Volume 10, Issue 12, 01 December 2005
Outbreak report
Transmissão inter-humana do virus A/H7N7 da gripe aviar, Países Baixos, 2003

Citation style for this article: Du Ry van Beest Holle M, Meijer A, Koopmans M, de Jager CM. Transmissão inter-humana do virus A/H7N7 da gripe aviar, Países Baixos, 2003. Euro Surveill. 2005;10(12):pii=584. Available online: http://www.eurosurveillance.org/ViewArticle.aspx?ArticleId=584

 

M Du Ry van Beest Holle1,2, A Meijer3,4, M Koopmans3, CM de Jager2,
EEHM van de Kamp3, B Wilbrink3, MAE. Conyn-van Spaendonck2, A Bosman1,2

1. European Programme for Intervention Epidemiology Training (EPIET)
2. Centre for Infectious Diseases Epidemiology, National Institute for Public Health and the Environment, Bilthoven, Países Baixos
3. Diagnostic Laboratory for Infectious Diseases and Perinatal Screening, National Institute for Public Health and the Environment, Bilthoven, Países Baixos
4. European Influenza Surveillance Scheme, Netherlands institute of primary health care (NIVEL), Utrecht, Países Baixos

 


Nos Países Baixos em 2003, ocurreu um surto de gripe aviar muito patogeno de tipo A e subtipo H7N7 numa quinta avícola. A infecção pelo virus foi detectado por RT-PCR (reverse transcriptase-polymerase chain reaction) em 86 trabalhadores da quinta e em três contatos familiares. A maioria das infecções estava associada com uma conjuntivite. Para determinar a amplitude e os factores de risco para a transmissão interhumana de gripe A/H7N7 nos Países Baixos, foi levado a cabo um estudo de cohorte retrospectivo nas familias dos empregados da quinta infectados pelo virus. Em tudo, 33 (58,9%) dos 56 (entre 62) participantes que tinham dado amostras de sangue tinham uma serología positiva para o virus H7. Os testes foram realizados num só amostra obtida pelo menos três semanas depois do inicio de sintomas no caso índice. Oito membros familiares foram sintomaticos (conjuntivite e/ou sindrome gripal), e quatro sôbre cinco (80%) eram seropositivos. Nas analises univariadas, os factores de risco para seropositividade incluíam ter pelo menos duas casas de banho, um pássaro na casa, e usar lenços de teçido. Foi impossível obter um modelo estável de regressão binomial para estudiar a infecção por A/H7N7. Deveria-se realizar mais estudios de seroprevalência nos contactos de casos H7 asintomaticos.
 

 

O artigo completo está disponível em inglês


 

 



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