1887
Surveillance report Open Access
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Abstract

Durante o surto de SRAS, seguindo as recommendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), foram realizados testes nos numerosos pacientes em França e nenhum chegou a desenvolver esta doença. Em Maio de 2003, no inicio do surto, foi efectuado um estudo retrospectivo para descrivir os pacientes suspeitos de SRAS hospitalizados em França, e os comparar com os casos confirmados de SRAS, para avaliar a estrategia de rastreio. Cem-dezessete pacientes foram incluidos no estudo. Só 3,4% deles tinham tido um contato estreito com um paciente infectado, mas 73,5% vinham de uma região afetada pelo surto. No momento da hospitalização, 67,5% presentavam febre e síntomas respiratorios e 49,6% tinham febre e síntomas não específicos. Os síntomas clínicos significativamente mais frequentes nos pacientes com SRAS são a febre, mialgias, dispnéas e náuseas ou vómitos. Os diagnósticos mais correntes foram febre de origem víral e infecção do tracto respiratorio. Os sinais clínicos não permitem de estabelecer uma differenca com um SRAS precoce, confirmando assim a utilidade das definições de casos da OMS quanto à decisão de isolamento, para evitar a transmissão da doença.

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2005-03-01
2017-11-20
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